Quando me tornei ateu, entre 2003 e 2004, meu principal motor propulsor era o fato de viver sem os grandes e ilógicos preconceitos disseminados pela religião. Acredito que em muitos momentos nesses anos fracassei, pois acabei me posicionando de maneira tão ridícula com os religiosos como os religiosos se posicionam, em geral, com os ateus.
Acredito no bom senso e torço para que ele se estabeleça de forma definitiva na sociedade brasileira dentro de algumas décadas, ao menos para a maioria da população. A questão religiosa no Brasil me enoja profundamente. Aí entra o bom senso: procurar de todas as formas possíveis externar minha repulsa à religião e à crenças absurdas ao menor número de pessoas possível.
De qualquer forma, continuo com minha maneira de ver a vida inabalável. Isso é o que importa. Pra mim.